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Outra
importante contribuição social e, principalmente, ambiental
da indústria de ferroligas e silício metálico é a captura e
a não emissão de CO2
para a atmosfera. A indústria necessita de uma extensa área
de reflorestamento para atender a suas necessidades de carvão
vegetal, que corresponde a cerca de 120 mil hectares de eucalipto.
Esta vasta área de reflorestamento aliada às melhorias
na capacidade de plantio e aumento de produtividade do solo
proporcionam um benefício de redução de CO2
da atmosfera que pode chegar até 52 milhões de toneladas de
CO2
em 21 anos. Com base no Protocolo de Kyoto, este benefício ambiental
proporcionado pela indústria de ferroligas e silício metálico
é estimado, pelos valores atuais, em US$130 milhões ao longo
de 21 anos.
Dentre
os programas de geração de benefícios sócio-econômicos proporcionados
pelas empresas produtoras de ferroligas e silício metálico,
está o Programa Fazendeiro Florestal, que consiste na
formação de parcerias com fazendeiros, utilizando as áreas pouco
produtivas de suas terras para o reflorestamento, sem o desmatamento
de florestas nativas. Este programa é responsável pela geração
de empregos diretos e indiretos, fixação de trabalho no campo,
conservação do solo, evitando o processo de erosão e a diminuição
da pressão sobre as florestas nativas.

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